Ausstellungen / Exposições

Moto Migratório Revisited

28.01.2021 – 28.02.2021 – Tandem Art Space, Heidelberg

Der VEA lädt herzlich zur Ausstellung Moto Migratório Revisited mit Werken der Künstlerinnen Cristina Canale (Malerei), Alexandra Deutsch (Objekte, geschöpftes Papier, Pigmente), Ana Luisa Ribeiro (Malerei) und Lynn Schoene (Objekte und Fotomontage) in Zusammenarbeit mit Tandem Art Space und dem Kulturamt Heidelberg ein. Kuratorin ist Eliana De Simone, Kunsthistorikerin.

Die Ausstellung wird zunächst online mit einer Videoeinführung über das Konzept, die Kunstwerke und die Künstlerinnen eröffnet. Das Video wird am 28.01.2021 über unsere Sozial Media Kanäle Instagram und Facebook veröffentlicht. Präsenz-Besuche sind für Februar geplant. Sobald wie möglich werden die Öffnungszeiten und die Bedingungen bekannt gegeben.

O VEA convida a todos para a exposição Moto Migratório Revisited com obras das artistas Cristina Canale (pinturas), Alexandra Deutsch (objetos de tecido e papel feito a mão), Ana Luisa Ribeiro (pinturas) e Lynn Schoene (objetos e fotomontagens), em parceria com o Tandem Art Space e o Kulturamt Heidelberg; a curadoria é da historiadora da arte Eliana De Simone.

A inauguração será a princípio online, com um vídeo introdutório sobre o conceito da exposição, as obras e as artistas, que será publicado em nossas redes sociais Instagram e Fecebook no dia 28.01.2021. A visitação presencial está prevista para fevereiro. Anunciaremos o horário e condições assim que possível.

Die Künstlerinnen / As artistas

Die Ausstellung Moto Migratório Revisited mit den vier international agierenden Künstler*innen Cristina Canale (Berlin/ Rio de Janeiro), Alexandra Deutsch (Wiesbaden / Paris),  Ana Luisa Ribeiro (Köln / Lissabon) und Lynn Schoene (in memoriam) isteine Neuauflage der fast gleichnamigen Ausstellung „Moto Migratorio – Zeitgenössische Kunst aus Brasilien“, die vor 20 Jahren in der Rudolf-Scharpf-Galerie des Wilhelm-Hack-Museums in Ludwigshafen stattgefunden hat. Migration als perpetuum mobile, als immerwährende Bewegung, als beharrliche Suche nach Heimat, Identität und Zugehörigkeit – das war das Motto der Ausstellung und bleibt aktuell – doch seitdem gewann es an zugespitzter Sprengkraft. Während in den 90er-Jahren – den goldenen Zeitalter der Globalisierung – Migration mit Multikulturalismus gleichgesetzt und größtenteils positiv gesehen wurde, wird der Terminus heute abwertend genutzt und hat sich zum Inbegriff von politisch-gesellschaftlicher Polarisierung entwickelt. Tatsächlich, die gegenwärtige Migrationsdebatte umfasst immer noch eine enorme Ambivalenz: wir erleben Gesellschaften in denen Weltanschauungen von Offenheit, Diversität- und Akzeptanz mit ablehnenden, rechtsorientierten, xenophob-nationalistischen Tendenzen nebeneinander existieren. Hierbei geht es unweigerlich um die Identitätsfrage und die Zugehörigkeit, d.h. um die Definition des „Wir-Gefühls“ einer Gesellschaft. Wie wird Identität definiert: ist sie inklusiv oder exklusiv? Wer darf dazu gehören? Dürfen „Newcomers“ einen Teil davon sein? Ab wann ist man kein Außenseiter mehr sonst ein „vollwertigen Mitglied“ der Gesellschaft? Spielen hierzu das Ursprungsland, die Hautfarbe, die Religion oder den akademischen Grad eine Rolle? Vor diesem Hintergrund stellen sich Fragen der kulturellen Praxis und der Bildung von künstlerischer Identität. Wie wirkt die Erfahrung der Migration in der Kunst? Man kann sagen, dass seit der Moderne die Suche nach Neuen und das häufige Ortswechsel unabdingbare Voraussetzungen in der Kunst geworden sind. Heute sind Künstler bekanntlich Grenzgänger, ihre künstlerischen Herausforderungen benötigen stete Verschiebungen von Strategien, Entwurzelungen und Risikonahme. Künstlern erforschen, erkunden, entdecken neue Sichten und Schichten der Wirklichkeit und des Imaginären und übernehmen das Erlebte in ihrer fließenden künstlerischen Identitäten. Pat Binder, eine argentinische Künstlerin, die in Berlin lebt mit Stationen in Kanada, Großbritannien und die Schweiz, schrieb einmal: „Migration ist eine schöpferische Tätigkeit (…) aber gleichzeitig ein Leiden (…) das Selbstverständlichkeit der eigenen Identität zersplittert: wer bin ich? Wie verstehe ich mich selbst? (…) Durch meine Arbeit wurde mir aber bewusst, dass meine fragilen Identitätssplitter sich doch recht gut verteidigen können: ihre Glaskanten sind nämlich beim zerbrechen sehr scharf geworden. Scharf in Beurteilen und um Einspruch zu erheben. Sie lassen sich ohne Schwierigkeit mit andere Bedeutungsfragmenten kombinieren.“ [1]. In ähnlicher Weise lässt sich die Migrationserfahrung bei der Künstler*innen dieser Ausstellung spüren. Die Bedeutungsfragmente und Identitätssplitter, die sie in Laufe ihren unzähligen Kommen und Gehen zwischen Welten gesammelt haben, kombinierten sich in wunderbaren Kunstwerken, die wir hier betrachtet können.

[1] PAT BINDER, FREMDE BROCKEN – EIGENE SPLITTER IN NEUE BILDENDE KUNST, 4/5, 1995, S.46

A exposição moto migratório revisited com as quatro artistas internacionais Cristina Canale, Alexandra Deutsch, Ana Luisa Ribeiro e Lynn Schoene é uma nova edição da exposição com o título quase idêntico que aconteceu há 20 anos na galeria Rudolf Scharpf do Museu Wilhelm Hack, em Ludwigshafen. O tema central da exposição era a migração como um “perpetuum mobile”, como um movimento que se repete incessantemente, como uma procura persistente por identidade, pátria e pertencimento. Este tema continua atual, mas nos últimos anos tem assumido um componente explosivo. Enquanto que nos anos 90 o termo migração era considerado sinônimo de multiculturalismo e visto positivamente, vem sendo hoje utilizado em sentido depreciativo e carregado de simbologia negativa, tornando-se mesmo a quintessência da polarização político-social. De fato, ainda hoje o debate sobre a migração circunscreve uma profunda ambivalência: visões de mundo abertura e aceitação da diversidade convivem com tendências nacionalistas e xenófobas de extrema-direita. Neste contexto colocam-se inevitavelmente as questões da identidade e do pertencimento, isto é, da definição do sentimento de unidade e coesão de uma sociedade. Como é definida sua identidade? Esta é inclusiva ou exclusiva? Aos “newcomers” é permitido sentir-se parte dela? A partir de quando um “outsider” pode considerar-se como um membro da sociedade com plenos direitos? Que peso desempenham a terra de origem, a cor da pele, a religião e o grau acadêmico dele? Diante disso determinam-se as hipóteses das práticas culturais e das identidades artísticas. Como se dá o experiência da migração na arte? Pode-se dizer que desde o início do movimento moderno a constante busca do novo e as reiteradas mudanças territoriais tornaram-se condições imprescindíveis da arte. Hoje os artistas tornaram-se “nômades extremos”, aceitando riscos, desafios, desenraizamentos e mudanças de estratégias constantes. Artistas pesquisam, exploram, descobrem novas visões da realidade e do imaginário e incorporam as experiências em suas múltiplas identidades. Pat Binder, uma artista argentina que vive em Berlin, tendo passado pelo Canadá, pela Inglaterra e pela Suíça, assim escreveu: “Migração é uma atividade criativa (…) mas é ao mesmo tempo um sofrimento (…) É a certeza de que própria identidade se despedaça: quem sou eu? Como entendo a mim mesma? (…) Através do meu trabalho tem ficado claro que minhas frágeis lascas de identidade sabem se defender bastante bem: ao despedaçar-se seus estilhaços se tornaram cortantes: aguçados para julgar e perspicazes para tomar decisões. E esses estilhaços conseguem facilmente combinar-se a outros fragmentos de significados.”[1] De modo semelhante a experiência da migração faz-se sentir nas artistas desta exposição. Os fragmentos de significados acumulados por elas ao longo das incontáveis idas e vindas entre os continentes combinaram-se nas maravilhosas obras de arte que podemos apreciar nesta exposição.

[1] PAT BINDER, FREMDE BROCKEN – EIGENE SPLITTER IN NEUE BILDENDE KUNST, 4/5, 1995, S.46

Cristina Canale. Foto: Luisa Baldan.

Cristina Canale (Rio de Janeiro, 1961) als einzige Teilnehmerin der ursprünglichen „Moto Migratorio“-Ausstellung präsentiert sie Malerei, hauptsächlich kleinformatige Ölbilder aus verschiedenen Schaffensperiode. Das Ölbild Mulher Pássaro (2020) (Vogelfrau) steht exemplarisch für Canales künstlerischen Prozess: eine Gratwanderung zwischen Abstraktion und Figürlichkeit sowie die intensive Untersuchung von räumlichen Strukturen, in denen Hintergrund und Figur geradezu die gleichen Stellenwerte aufweisen. Der Titel Mulher Pássaro, Vogelfrau, deutet auf Sehnsucht und Schicksal zugleich hin: Die ehemalige Stipendiatin des Deutschen Akademischen Austauschdiensts kam 1993 nach Deutschland, studierte an der Kunstakademie Düsseldorf und siedelte anschließend nach Berlin über. Seitdem lebt, arbeitet und pendelt die Grenzgängerin zwischen ihrer deutschen Wahlheimat und ihrem Geburtsort Rio de Janeiro.  

Cristina Canale (Rio de Janeiro, 1961), como única participante que também fez parte da exposição original Moto Migratório de 1999, apresenta pinturas a óleo  principalmente em pequenos formatos, de diferentes fases. A obra Mulher Pássaro (2020) é exemplar para o processo artístico de Cristina Canale: uma via de meio entre abstração e figura, assim como a pesquisa intensiva de estruturas espaciais, nas quais fundo e figura apresentam o mesmo valor. O título Mulher Pássaro sugere ao mesmo tempo desejo e destino:  Canale veio à Alemanha como bolsista do DAAD (Serviço de Intercâmbio Acadêmico Alemão), inicialmente para estudar na Academia de Arte de Düsseldorf, depois mudando-se para Berlin. Desde então a artista vive e trabalha, cruzando os continentes entre sua pátria adotiva alemã e seu local de nascimento, o Rio de Janeiro.

Alexandra Deutsch. Foto: Sandra Heuer

Alexandra Deutsch (Karlsruhe, 1968) zeigt Objekte aus Stoff und geschöpftem Papier, die an exotische Pflanzen, ruhende Meerestiere oder delikate Blüten erinnern. Sie scheinen aus ihrem ganz besonderen „Kunst-Biotop“ zu stammen und manche schwebende Objekte werden im Zuge von Performance-Kunst buchstäblich zum Leben erweckt. Als eine weitere ehemalige DAAD-Stipendiatin nahm Alexandra Deutsch den umgekehrter Weg als Cristina Canale: von Deutschland nach Brasilien, wo sie an einer Künstlerresidenz am Instituto de Artes de Belém do Pará teilnahm. Die Urwaldvegetation von Belém, die brasilianische Metropole am Mündungsdelta des Amazonas, faszinierte und regte die Künstlerin an: die mächtige Schlingpflanzen und umflochtenen Vegetationsformen inspirierten sie für die schwebende Objekte, die in der heutigen Ausstellung auch zu sehen sind.

Alexandra Deutsch (Karlsruhe, 1968) expõe objetos de tecido de papel feito à mão que lembram plantas exóticas, seres marinhos ou flores delicadas. Todos eles parecem originar-se de um hábitat orgânico-artístico muito especial e alguns objetos suspensos de tecido literalmente ganham vida durante apresentações performáticas. Como bolsista do DAAD Alexandra Deutsch tomou o caminho oposto de Cristina Canale: da Alemanha para o Brasil, onde ela participou de uma residência artística no Instituto de Artes de Belém do Pará. A vegetação da floresta amazônica que circunda Belém, a metrópole no delta do Amazonas, fascinou e inspirou a artista: trepadeiras majestosas, formas de vegetação trançadas inspiraram a artista para esculturas de tecido, como as que hoje podemos apreciar na exposição.

Ana Luisa Ribeiro. Foto: Andreas Kling.

Ana Luisa Ribeiro (Lissabon, 1962) präsentiert Acryl- und Ölbilder, in denen die Sprache in Form von Textfragmenten als künstlerisches Interesse im Zentrum steht. Dabei ist nicht die Vermittlung von direkten sondern von poetischen, unterschwelligen Botschaften das Ziel. Das Fragmentarische ist ein wesentlicher Bestandteil von Ribeiros Vorgehensweise: es sind Landschaftsfragmente, Teile von Bildzitate aus unterschiedlichen kunsthistorischen Kontexten, die mit Textfragmenten kombiniert werden und poetische Bruchstücke von Erinnerung ergeben. Die Schrift hingegen wird immer als expressive Geste betrachtet, stets in die Malerei integriert und mit den anderen Bildelementen gleichgesetzt. Die verschiedenen Sprachen, die verwendet werden, deuten auf die Vielfältigkeit ihrer biographischen Erfahrung hin: Ana Luisa Ribeiro studierte am Royal College of Art und an der University of London, lebt und arbeitet zwischen Köln und Lissabon, Wuppertal und den Algarven.

Ana Luisa Ribeiro (Lisboa, 1962) apresenta obras em óleo e acrílico nas quais a linguagem, em forma de fragmentos de texto, está no centro de sua pesquisa artística. Nestas porém, o objetivo não é formular mensagens diretas, mas sim interpretações  poéticas e subliminares, que se adivinham nas entrelinhas. O fragmento é um aspecto essencial no processo artístico de Ana Luisa Ribeiro: são trechos de paisagens, citações de obras de diferentes contextos da história da arte, que combinados com fragmentos de texto resultam em poéticos pedaços de memória. A escritura por outro lado, é sempre observada enquanto gesto expressivo, sempre integrada na pintura com o mesmo valor e peso dos outros elementos da obra. As diferentes línguas que se encontram em suas obras remetem a sua diversidade biográfica: a artista estudou no Royal College of Art e na universidade de Londres, vive e trabalha entre Colônia e Lisboa, entre Wuppertal e o Algarve.

Lynn Schoene. Foto: Tom Feritsch.

Lynn Schoene (Luton, 1953 – Heidelberg, 2020) hat sich ganz dem künstlerischen Experimentieren gewidmet: Ihr Interesse bewegte sich stets zwischen Malerei, Skulptur und Objektkunst. Schoenes Augenmerk richtete sich auf die formalen und ästhetischen Aspekte ebenso wie auf den symbolischen Ebene des Materials, den sie untersuchte und verwendete. Beispielhaft dafür war ihre Beschäftigung mit Bienenwachs, das sie in unterschiedlichen Materialkombinationen mit Papier,  Baumwolle und anderen Textilien in ihren Kunstwerken benutzte. Thematisch konzentrierte sich Lynn Schoene oft auf das Erinnern, wie in ihrer Serie Recollection (zu deutsch: Erinnerung) beweis. Es sind Bilder, in denen die Künstlerin selbst als Kind den Blick direkt auf die Betrachter*in richtet. Die Bilder sind partiell mit Wachsschichten bedeckt, die an Spinnenwaben erinnern und den Lauf der Zeit suggerieren. Vor fast genau einem Jahr, als die Planung dieser Ausstellung voll im Gange war, verstarb Lynn Schoene völlig überraschend und viel zu früh. Wir gedenken einer herausragenden Künstlerin, die zwischen England und Deutschland bedeutende Spuren hinterlassen hat.

Mit den sehr unterschiedlichen künstlerischen Positionen von Cristina Canale, Alexandra Deutsch, Ana Luisa Ribeiro und Lynn Schoene möchten wir die Erfahrung der Migration als positive und beständige Bewegung untersuchen, sowie ihre psychosozialen Folgen aufspüren. Die Ausstellung Moto Migratório Revisited wurde von VEA – Deutsch-Brasilianischen Verein Rhein-Neckar Entre Águas e.V. organisiert in Zusammenarbeit mit Tandem Art Space und wird von Kulturamt Heidelberg unterstützt. Kuratorin ist Dr. Eliana De Simone, Kunsthistorikerin.

Die Ausstellung wird zunächst online mit einer Videoeinführung über das Konzept, die Kunstwerke und die Künstlerinnen eröffnet. Das Video wird am 28.01.2021 über die Sozial Media Kanäle Instagram und Facebook von @veabrasil und @tandemartspace veröffentlicht. Präsenz-Besuche sind für Februar geplant. Sobald wie möglich werden die Öffnungszeiten und die Bedingungen für Besuche bekannt gegeben.

Anmeldungen unter: entreaguasverein@gmail.com .

Weitere Infos auch unter: www.kulturtandem.de

Lynn Schoene (Luton, 1953 – Heidelberg, 2020) dedicou-se plenamente à experimentação artística: seu interesse oscilava entre a pintura, a escultura e a arte objetual. Seu foco estava tanto nos aspectos estéticos e formais como também nos níveis simbólicos dos materiais que ela utilizava. Nesse sentido é exemplar sua pesquisa com a cera de abelhas, que ela utilizava em suas obras em diferentes combinações de materiais: com papel, com algodão e outros tecidos. Do ponto de vista temático Lynn Schoene concentrava-se frequentemente na memória, como na série Recollection, 2009 (recordação). Trata-se de uma série de cinco obras que retratam a própria artista quando criança, dirigindo o olhar diretamente ao observador. As imagens são parcialmente cobertas por uma filigrana de cera que como teias de aranha sugerem a passagem do tempo. Em janeiro do ano passado, quando a exposição estava em planejamento, Lynn Schoene faleceu repentinamente e cedo demais. É com particular emoção que nos recordamos de um artista notável, que deixou vestígios profundos entre a Inglaterra e Alemanha.

Com as diferentes posições artísticas de Cristina Canale, Alexandra Deutsch, Ana Luisa Ribeiro e Lynn Schoene pretendemos examinar a experiência da migração como movimento positivo e constante, e também rastrear suas consequências psicossociais. A exposição  Moto Migratório Revisited foi organizada pela associação VEA – Deutsch-Brasilianischen Verein Rhein-Neckar Entre Águas e.V. sob a curadoria de Eliana De Simone, contando ainda com apoio do Kulturamt Heidelberg.

Devido à situação da pandemia a exposição será a princípio inaugurada com um vídeo de apresentação sobre o conceito, as artistas e as obras. Este será divulgado através dos seguintes canais do Instagram e Facebook:  @veabrasil e @tandemartspace. As visitas presenciais estão programadas para fevereiro e assim que for possível as condições e os horários de visitação serão anunciadas. 

Para maiores informações, favor escrever para: entreaguasverein@gmail.com.

E também no site: www.kulturtandem.de

Die Videoeinführung der Ausstellung Moto Migratório Revisited / Inauguração digital da exposição Moto Migratório Revisited 

Einführung in der Ausstellung Moto Migratório Revisited
Inauguração digital da Exposição MMR. 
 
Die Künstlerin Ana Luisa Ribeiro stellt sich vor. 
A artista Ana Luisa Ribeiro se apresenta. 

Die Künstlerin Cristina Canale stellt sich vor.
A artista Cristina Canale se apresenta. 
Die Künstlerin  Alexandra Deutsch stellt sich vor.
A artista Alexandra Deutsch se apresenta. 
Führung für KinderMarisol besucht die Ausstellung Moto Migratório
Visita guiada para crianças – Marisol visita a exposição Moto Migratório